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Sobre Viver: Transformando Dor em Esperança

Serviços de Apoio ao Luto: como renascer após as perdas irreparáveis

POR QUE AS DESPEDIDAS DÓI TANTO ASSIM?

“A razão por que a despedida nos dói tanto é que nossas almas estão ligadas. Talvez sempre tenham sido e sempre serão. Talvez nós tenhamos vivido mil vidas antes desta e em cada uma delas nós nos encontramos. E talvez a cada vez tenhamos sido forçados a nos separar pelos mesmos motivos. Isso significa que este adeus é ao mesmo tempo um adeus pelos últimos dez mil anos e um prelúdio do que virá.
Quando olho para você, vejo sua beleza e sua graça e sei que elas cresceram mais fortes a cada vida que você viveu. E sei que passei cada vida antes desta buscando você. Não alguém como você, mas você pois sua alma e a minha precisam encontrar-se sempre. E então, por um motivo que nenhum dos dois compreende, fomos forçados a dizer adeus.
Eu adoraria dizer-lhe que tudo vai dar certo para nós, e prometo fazer tudo que puder para isso. Mas se nunca mais nos reencontrarmos e isto agora for realmente adeus, sei que nos veremos de novo em outra vida. Vamos nos encontrar outra vez, e talvez as estrelas tenham mudado, e não apenas amaremos um ao outro nessa vida futura mas por todas as vidas que tivemos antes.”

A linda história de amor descrita no livro Diário de Uma Paixão  de Nicholas Sparks também foi adaptado para o cinema e emociona plateias ao longo do mundo.

Crenças limitantes e luto, que relação encontramos aqui?

╰♡╮ por Maris Stella

Segundo o dicionário Aurélio os conceitos Crenças e Valores são:

Crenças – são opiniões adotadas com fé e convicção:

Valores – normas, princípios ou padrões sociais aceitos ou mantidos por indivíduo, classe, sociedade; etc…

Portanto, crenças e valores possuem relação com nossa escala de níveis neurológicos e dessa maneira, são condutores que liberam nossa energia ou a bloqueiam completamente; podendo atuar de forma repressora ou motivadora. As crenças limitantes são padrões ou condicionamentos distorcidos reforçados a cada vez que nós confirmamos a crença ou seus valores como verdadeiros. O que aprendemos ou apreendemos ao longo da vida em relação aos processos de perdas e vivências do luto nos prendem num ciclo de sofrimento ou nos ajudam a buscar um caminho de superação?

Compreendemos, sentimos e interagimos com o mundo à nossa volta a partir dos filtros e interpretações que se orientam através dos  cinco sentidos: visão, audição, tato, paladar, olfato e fundamentalmente de nossas relações familiares, sociais e culturais. Nossas interpretações são essencialmente dependentes das crenças e valores construídas individual e coletivamente; o que significa dizer vemos e vivemos no mundo a partir das coisas e na forma em que acreditamos. Somos seres racionais e dotados de inteligência, então por que nos limitamos?

São várias as razões e possibilidades, mas os traumas possuem grande influência na aquisição de crenças limitantes graves, aquelas com potencial de provocar intenso sofrimento e até paralisar a vida da pessoa em áreas mais diretamente relacionadas ao que motivou o registro traumático.

Nesse caso, a morte de um ente querido, o fim de um relacionamento amoroso, a saída de um filho de casa, enfim situações onde a pessoa avalia em si uma ruptura, uma perda, por consequência vivendo um processo de luto, podem acarretar ou sofrer as consequências de uma crença limitante provocando fobias ou outras sintomatologias incapacitantes. Como é possível identificar e quebrar esse tipo de padrão de comportamento durante um período de luto?

Geralmente um ciclo de sofrimentos se instala de modo sutil e sem intenções malsãs desde a fase infantil potencializado por ocorrências da vida adulta. No caso de um processo de luto, a pessoa vai internalizando falas como essas a partir das relações sociais, proferidas à titulo de consolação no mais das vezes, através daquelas que lhes são mais próximas:

  • “isso é demais para você, nunca mais vai conseguir superar essa perda”
  • “não sei como você vai conseguir viver a partir de agora”
  • “vocês dois foram feitos um para outro”
  • “sua perda foi muito grande, seu luto nunca terá fim”

Promovendo durante o luto uma relação direta e tão profunda que numa mente já vulnerável e de modo inconsciente há uma rápida assimilação e reprodução dessas ideias como se fossem verdades imutáveis intensificando o sofrimento:

  • Minha vida também acabou;
  • Eu não saberei viver sem a presença dele/a;
  • Eu não tenho mais o direito a ser feliz;
  • Eu não sei como posso resolver este problema;
  • Eu não tenho capacidade de superar essa perda;
  • Eu não consigo, eu não posso, eu não sei.

Ancorado na busca pelo autoconhecimento, encontrar um caminho de superação para uma fase de luto exige um esforço pessoal muitas vezes intenso e difícil. Se livrar dessas armadilhas e ressignificar sua vida após os eventos dolorosos é buscar crenças, valores e atitudes que sejam positivas e assertivas desenvolvendo novos padrões de comportamento para colocar fim a um período de descrédito e vitimização muito comuns em experiências intensamente dolorosas.

Nessa tomada de consciência de novos direcionamentos diante do luto, o ThetaHealing é uma técnica terapêutica que favorece na aquisição do processo de autocura, favorece na construção de novos roteiros mentais no caminho da superação e fortalecimento interior.  A Terapeuta e instrutora Camilla Borges está oferecendo em Vitória da Conquista mais um curso dessa valiosa estratégia que a cada dia ganha mais reconhecimento e alcance. Reprograme sua vida para novas e benéficas crenças.

Aproveite essa chance!

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UMA HISTÓRIA DE AMOR NA VIDA E NA MORTE ♿

╰♡╮por Maris Stella
“Se não está em suas mãos mudar uma situação que causa dor, você pode escolher com que atitude vai enfrentar esse sofrimento”. (Viktor Frankl)
Esta é uma daquelas histórias que encontramos navegando a esmo pela internet e que nos emociona e motiva a encontrar forças para a necessária superação no processo do próprio luto. Impossível não se deixar tocar pela história de amor que envolve a vida e a morte do pequeno Mathew Stanford Robison.  O monumento nos remete à reflexão imediata de que podemos ressignificar a morte se nos propomos a entendermos a vida como um passagem, e honrar em serviço e gratidão a memória de quem se foi e não por acaso viveu entre nós.
Mathew, filho de Ernest e Anneke Robinson, nasceu cego e paralisado do pescoço para baixo devido à falta de oxigênio em 1988 e morreu após dez anos em 21 de fevereiro de 1991. Cadeirante, seu pai desenhou e mandou fazer uma lápide para homenageá-lo agora livre das limitações de um corpo físico doente e incapacitante e retratou-o em pé sobre sua cadeira de rodas, sorridente e estendendo a mão para o céu.

A imagem da lápide de Mateus, de acordo com Ernest, está ilustrando a felicidade que ele queria para seu filho antes e depois de sua morte. A mensagem é clara,  nesta vida podemos ter que sofrer por dificuldades e provações, mas quando passamos para o outro lado, nossos espíritos estão livres dessas deficiências terrenas. O amor a um filho não é limitado ao contato com o seu corpo, sua presença em nossas vidas é expansão de significados que pode e deve ir além do inevitável sofrimento com a perda.

Seus pais também criaram uma organização de caridade chamada “Ability Found” para ajudar a fornecer equipamentos essenciais necessários para que pessoas com deficiência semelhante à de Mathew possam viver com dignidade e tratamento. A caridade ajuda as pessoas menos afortunadas com paralisia cerebral, espinha bífida, acidente vascular cerebral, câncer, lesões da medula espinhal e esclerose múltipla. A fundação é também a oportunidade que encontraram de honrar a contribuição de seu filho para suas vidas.

Se também quer se irmanar nessa corrente de amor, solidariedade, ressignificação e busca de superar o seu luto, pode começar por aqui, acesse o site da Ability Found e ajude a fazer a diferença na vida de quem também precisa de seu amor. Você também pode ler histórias de pessoas que eles ajudaram em sua página no Facebook.

 

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EU SEI, PORQUE JÁ PASSEI POR ISSO!…

╰♡╮

por Maris Stella

Eu sei que sua dor agora parece insuportável. Sei também que o mundo parece um lugar frio e inabitável sem a presença física de quem você tanta ama e queria ao seu lado. Eu sei que a sensação de desespero te faz pensar que vai ser sempre assim daqui pra frente, que a vida não tem mais nada de bom a lhe oferecer e que o sofrimento fará morada eterna em seu coração. Eu sei!
Eu sei que aquele corpo morto, sem luz, sem o brilho da vida e aquele cheiro de flores ficarão contigo por muito e muito tempo. Sei que vai acordar no meio da noite sufocada (o) de angústia sem conseguir respirar de tanta saudade. Seus olhos vão chorar muitas vezes vezes ainda e sua voz ficará embargada por essas lembranças por um longo período. Eu sei, já passei por isso!
Eu sei que aos poucos os amigos e parentes irão se afastando porque não terão mais o que te dizer e nem conseguirão te ouvir falando desse amor transbordante, que foi tudo o que te restou. Suas conversações vão girar em torno dessa ausência e em alguns momentos se perceberá sozinha (o) sem ter com quem falar a respeito e o silêncio se transformará num grito interno que te vai aumentar a amargura e o sentimento de solidão. Eu sei, porque já passei por isso!
Eu sei também, que você vai atravessar todo esse calvário e que vai sobreviver a ele. Que esse luto vai te levar ao mais fundo dos abismos e vai parecer sugar toda sua esperança, mas que isso será só uma ilusão passageira. Acredite, por mais que se demonstre ser eterna, toda essa dor também vai passar. Mas, só se você deixar a vida seguir adiante, apesar da dor. Eu sei, porque já estive em seu lugar!
Eu sei o quanto é difícil chegar onde cheguei, olhar a vida com mais leveza e gratidão por ter vivido ao lado de uma pessoa tão especial. Não estou dizendo que será simples… Mas, que possível! Agora, nesse momento, essas palavras parecem não fazer sentido algum para você. É só mais uma ilusão de momento.
Não deixe que a dor e as falsas impressões te prendam em engano e sofrimento. Em essência a morte não existe de fato, somos luz, energia e movimento, por que a vida é um processo sem fim. Transformar dor em esperança é uma escolha que só você pode fazer por si mesma (o).
Eu sei, nem sempre é possível sair do luto sozinha (o), se precisar de ajuda, estou por aqui! 

Precisa de acompanhamento terapêutico e quer saber mais e como posso te ajudar nesse momento?Atendimento pessoal e on line, entre em contato e marque um horário:

sobrevivertransformando@gmail.com

SobreViver Esperança

Maris Stella Schiavo Novaes s-logo-solid

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INADEQUAÇÃO ALIMENTAR UM DOS SINTOMAS ASSOCIADOS AO LUTO

‪╰♡╮ por Maris Stella

dicas-de-tratamentos-para-falta-de-apetiteDurante seu luto como está o seu apetite? Nós que já enfrentamos as dificuldades dessa vivência sabemos que no processo de luto existem momentos em que até a ingestão de água se torna difícil e noutros, nada parece saciar a fome que sentimos.  Estudos de tanatologia e nutrição demonstram existirem implicações diretas do luto no metabolismo do corpo e no comportamento alimentar ocasionando todo um quadro de sensações e sintomas que se não tratados em tempo podem ocasionar em doenças.

A alimentação é fundamental para a saúde e o bem estar e também um lugar de expressão da afetividade, porém depois da morte de um ente amado, a simples imagem de um prato de comida pode desencadear um sofrimento quase insuportável devido as representações e memórias evocadas.

dieta-antiinflamatoria-3Isso acontece porque a morte e o luto provocam estresse agudo que altera a sensação de fome favorecendo a fadiga, a perda muscular e do peso corporal devido à anorexia ou à inapetência intensa, em outros casos podem ocasionar em compulsão alimentar com consequente ganho de peso e até à obesidade. Cada pessoa reage de um modo e portanto, não há fórmulas ou generalidades e cada caso deve ser analisado e tratado em sua singularidade.

Contudo, algumas reações são comuns no luto mal elaborado que o enlutado sofra as consequências de um comportamento alimentar inadequado, em casos assim conforme orientação da nutróloga Maria Teresa Fialho de Sousa Campos, o aconselhável é buscar a assistência nutricional para reavaliar estratégias alimentares.  Porém, vale um alerta importante:

As informações aqui publicadas não devem ser usadas em substituição ao trabalho de médicos, nutricionistas e outros profissionais de saúde. 

01-dor-de-cabeca-300x200Os tratamentos com enlutados nunca é uma tarefa simples, trabalho de um profissional ou área. Devido à própria complexidade humana, muitas vezes a restituição da saúde requer uma junta atuante que tenha por objetivo único o restabelecimento das energias vitais para que o fluxo da vida tenha prosseguimento. Nesse caso, levando-se em conta não se alimenta apenas o corpo, aliado às ciências da nutrição as Terapias Complementares também tem muito a contribuir para a busca de alívio e reequilíbrio da saúde física, mental, espiritual e emocional, pois favorecem no auto desenvolvimento e qualidade de vida.

Nutrição holística

Mesmo nesse momento delicado, sem uma mudança de hábito, sem um trabalho interno e comprometimento pessoal, junto o processo de reeducação emocional é preciso haver a reeducação alimentar que inclua uma nutrição holística, de fácil digestão e rica em alimentos funcionais. Nesse sentido, indicamos o blog da nutricionista Marcela Sansone que tem informações técnicas importantes, ótimas e práticas receitas.
Todas as curas holísticas: florais, massagens, biomagnetismo, fitoterapia, cura magnificada, cromoterapia, yoga, medicina tradicional chinesa, etc propõe a cura global do indivíduo, expulsando energias negativas e inserindo positivas por meio do reequilíbrio, onde a vontade e o esforço pessoal são soberanos.
alimentoA alimentação holística é uma forma de harmonizar e desintoxicar o corpo físico, que objetiva a desintoxicação, aumento da energia vital, abertura dos canais espirituais e intuitivos. A nutrição holística consiste no consumo equilibrado de alimentos que são benéficos no corpo físico, mas que também beneficiam direta ou indiretamente nossos outros corpos, e também diminui o consumo daqueles que causam desequilíbrio.

Como benefícios imediatos, na escolha de uma alimentação adequada, aconselha-se

* a ingestão abundante de líquidos, preferencialmente água, sucos e chás, (não são inclusos refrigerantes e industrializados);

* consumo abundante de frutas, verduras e legumes crus, dentre outros, que mantenham a reposição de vitaminas e minerais, mesmo se ingeridos em pequenas quantidades.

O luto provoca um acúmulo de más energias que o corpo entende como lixo tóxico. Devido às essas toxinas sentimos maior cansaço, indisposição ampliando num efeito cadeia as consequências deletérias.  Alinhado a um tratamento que priorize a reeducação alimentar, podemos também fazer uso de outras técnicas que incluem entre outras as meditação, psicoterapia, enfim o que for necessário para que se sinta em condições de enfrentar e vencer os desafios de uma alimentação inadequada e  dos sintomas associados a este momento tão importante quanto difícil em sua vida.

A sua saúde agradece!

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Um dia de cada vez: entenda como lidar com o processo de luto

por DaquiDali

shutterstock_232058182-2PERDER é um verbo difícil de ser conjugado, pois em seu contorno tem tristeza, perguntas, frustrações e dor. A situação se complica ainda mais se essa perda envolve um alguém querido e amado. O que tinha sentido se desfaz, pois aceitar a finitude de uma relação envolve um processo psíquico chamado de LUTO.

Antigamente, as mulheres usavam roupas pretas durante algum tempo para sinalizar o que estava acontecendo. Este costume cultural foi deixado no passado, entretanto, isso não quer dizer que, com o passar dos anos, ficou mais fácil encarar a morte. “O luto é um processo NORMAL E ESPERADO para a elaboração de uma perda significativa, seja ela real ou simbólica”, explica a doutora em psicologia clínica LUCIANA MAZORRA, uma das sócio-fundadoras do Instituto 4 Estações, um centro especializado para o acompanhamento de situações de perdas e luto.

DIA DE FINADOS pode ser bem significativo para muitas pessoas, segundo a psicóloga. “Elas querem ir ao cemitério, que traz lembranças e memórias de quem se foi”. Essa intensificação da tristeza  em datas significativas é chamada de REAÇÃO DE ANIVERSÁRIO e é normal que apareça. “Só é preciso estar atento e prestar atenção no quanto isso mexeu”.

ENFRENTANDO A PERDA

Sendo um processo, o luto se apresenta de forma individual e particular em cada pessoa. Anteriormente, isso era dividido em fases, mas, de acordo com Luciana, essa ideia está ultrapassada. “O risco é que você tente ENQUADRAR O ENLUTADO naquilo”. Agora, de acordo com o modelo proposto por especialistas holandeses, quem enfrenta uma perda oscila entreDOIS MOVIMENTOS. “São dois tipos de enfrentamento. Em alguns momentos, ele se lembra da pessoa que perdeu, com as emoções e a dor da perda. Em outros, vai ter que dar conta das tarefas cotidianas e práticas e das obrigações que essa perda promove. Como vai ficar a vida?”, aponta.

A especialista comenta que essa dinâmica entre as formas de encarar permite que luto seja elaborado. “Quando o enlutado fica de um lado só, ele tem dificuldade, que implica na COMPLICAÇÃO DO PROCESSO”.

O chamado LUTO CRÔNICO é caracterizado por aquela pessoa que fica muito mais voltada para a perda. “Mesmo ao longo do tempo, a dor não se transforma”, afirma a especialista. Já o LUTO INIBIDO é percebido naqueles que não entram em contato com as suas emoções. “Não dá para dizer qual deles seria mais perigoso. Ambos podem trazer riscos, pois em nenhum dos casos vai haver elaboração”.

Quem passa pelo luto fica MAIS FRAGILIZADO também fisicamente. Estudos mostram que SINTOMAS FÍSICOS já foram associados aos enlutados, como problemas cardíacos e queda no sistema imunológico, por exemplo.

1343428-7-500x409-500x409ACEITANDO A REALIDADE

A IMPREVISIBILIDADE DO LUTO é consequência do quanto ele mexe com o emocional de cada um. “É o preço que a gente paga para ter vínculos e relações significativas. Não queremos perder. Então, é mesmo difícil ter que abrir mão de alguém”, fala.

A transformação da dor permite que o elo entre as pessoas nunca se desfaça, mesmo com a morte. “Com a ACEITAÇÃO DA REALIDADE, é possível manter uma conversa interna, um vínculo que fica. Hoje, tem se falado muito disso, da importância do que permanece”.

É importante lembrar que não há data de validade, ou seja, não existe uma duração específica. “O PRIMEIRO ANO COSTUMA SER O MAIS DIFÍCIL, mas não tem o prazo”. Vai ser durante estes primeiros 365 dias que você vai viver pela primeira vez uma série de situações sem aquela pessoa ao seu lado. “É o primeiro tudo para uma série de datas significativas, por exemplo. Tudo é mais novo”.

Luciana reforça que isso não significa que o processo se elabora por completo em um ano. “O tempo não cura a dor do luto, mas PARA VIVER ESSA DOR SE PRECISA DE TEMPO”.

11209750_829052833850146_8985731391291040266_nA REDE DE AMPARO

Nestas horas, ter uma REDE DE APOIO composta por familiares e amigos que apoiam e respeitam seus sentimentos é importante. “Muitas vezes, a pessoa não quer ser importunada, mas ofereça ajuda de alguma forma. Pode até ser para algo prático como levar os filhos na escola”.

A ajuda profissional deve fazer parte se o enlutado ou alguém próximo percebe que é preciso mais espaço para conversar sobre isso. “O apoio social vai minguando, mas o luto ainda está lá”.

A psicóloga especialista em cuidados paliativos TÂNIA CORRÊA afirma que a espiritualidade e a religião ajudam neste momento. “Elas são estratégias de enfrentamento”. De acordo com a profissional, participar de grupos de autoajuda formados por pessoas que já passaram por esta mesma situação também é um artifício de amparo.

lutoPARA AS CRIANÇAS, A VERDADE

Segundo Tânia, o entendimento sobre o ciclo da vida se fecha durante a adolescência. Por isso, é preciso ter cuidado na hora de lidar com os sentimentos que o fato vai acender em uma criança. “Embora elas não consigam identificar o conceito de morte, elas sentem a ausência, TÊM O MESMO CONJUNTO DE SINAIS E SINTOMAS que um adulto pode ter, como crises de ansiedade e distúrbios do sono”.

Uma sugestão dada pela psicóloga é propiciar momentos em que os pequenos possam ter suas emoções ouvidas e comunicar aos pais ou mesmo professores o que está incomodando. É preciso ter em mente a importância de nunca esconder deles o que está acontecendo, usando metáforas para a morte. “Nunca diga que o vovô está dormindo e vai demorar para acordar, que a vovó foi viajar e ninguém sabe quando volta ou que a mamãe virou uma estrelinha. NÃO TRATE O ASSUNTO COM MENTIRAS”.

Dependendo da idade do pequeno, ele pode frequentar os rituais após o falecimento de alguém. “Eles podem acompanhar desde que seja ao lado de uma figura com quem ela se sinta protegida. EXPLIQUE SEM FANTASIAS e em uma linguagem próxima a deles o que vão encontrar e quem está li. Dê dados de realidade”, fala.

fonte: DaquiDali

 

 

 

A chegada e a despedida

Rubem Alves é desses autores que soube se tornar eterno pelo encantamento da palavra. Nesse texto, ele fala sobre costumes mineiros, angústia, religiosidade, morienterapia, vida e morte.

Rubem Alves:

Em Minas, em agradecimento a uma esmola que lhes tivesse sido dada por uma grávida, as mendigas a benziam com a saudação “Nossa Senhora do Bom Parto que lhe dê boa hora!” Benzeção confortante porque a hora da grávida é hora de dor e angústia, precisando da proteção da Virgem Parteira. Vendo, ninguém acreditaria que um nenezinho pudesse passar por canal tão apertado. Dor para a mãe, angústia para o nenê.

No lugar onde as palavras nascem elas brilham com uma clareza espantosa. Vou ao nascedouro da palavra Angústia: nasceu do verbo latino angere, que significa apertar, sufocar. Assim, no seu nascedouro, angústia queria dizer estreiteza. O nenezinho, que estava numa boa, vai ser apertado e sufocado dentro de um canal. Vai sentir angústia. E, pelo resto de sua vida, sempre que tiver de passar por um canal apertado e escuro, vai sentir de novo o mesmo que sentiu para…

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QUANDO A MORTE DO OUTRO PODE MATAR VOCÊ…

por Maris Stella

Toda pessoa que passa por uma perda irreparável como a morte de um filho ou outro ente querido, vai precisar reaprender a viver. Devido as crenças e culturas que introjetamos, o processo do luto pode ser intensamente doloroso ou nunca vencido. Com isto, a pessoa não vivencia um reaprendizado. Antes disso, se prende em um círculo de sofrimento em graves repercussões na sua própria vida e saúde com reflexos nos círculos familiar e social.

Noutro caso, apesar da dor, de todas as dificuldades, a pessoa não se permite estacionar nessa angústia. O esforço interno é proporcional à própria dor. Nunca é simples atravessar os “vales da sombra e da morte”. Porém, a superação requer coragem de buscar meios de vencer e re-significar sua vida a partir da ausência do amado. O que pode ser feito isoladamente ou buscando ajuda. Contudo, qual seja o caminho escolhido, a pessoa sempre parte da justa consciência de que precisa curar a si mesma.

Não estou dizendo que seja fácil! Para algumas pessoas, é impossível sozinhas.

Ao nos fecharmos na dor, ampliamos campos vibracionais deletérios em nós e em torno de nós. Isto acontece porque temos padrões doentios que cultivamos consciente ou inconscientemente. Para que a morte do outro, não nos mate também, esses padrões precisam ser reconhecidos e revertidos em processos de cura interna ou externamente.

Maris Stella*

“Estamos aqui para ser a Luz que inspira a Luz dentro de cada um. É preciso deixar de procurar fora de nós, por aquilo que está dentro de nós para darmos o nosso próximo passo evolutivo… A viagem começa com o desapego… ”

Eric Pearl.

* Precisa de acompanhamento terapêutico e quer saber mais e como posso te ajudar nesse momento?Atendimento pessoal e on line, entre em contato e marque um horário:

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NOSSOS FILHOS SÃO ESPÍRITOS

livro-nossosfilhossaoespiritospor Hermínio de Miranda
“Da mesma forma que não nos desintegramos em nada ao morrer, também não viemos do nada quando nascemos de novo na carne. Tudo é continuidade, etapas que se sucedem, em ciclos alternados, aqui e além. Anotem aí, portanto: somos todos seres criados por Deus, sim, mas há muito, muito tempo, e não no momento da concepção ou na hora do nascimento, para “ocupar” um novo corpo físico. Esta ideia constitui a viga mestra de toda arquitetura da vida, o conceito-diretor que nos leva ao entendimento dos seus enigmas, mistérios e belezas imortais. E, portanto, esta ideia, este conceito, esta verdade que escolhemos para alicerçar este livro, a fim de ordenar o que precisamos saber – dentro das limitações humanas – para entender a vida e, também, ajudar aqueles que nos cercam a entendê-la melhor. Tudo aquilo, mas tudo mesmo, que se chocar com esta verdade, tem de ser desaprendido, se é que estamos realmente empenhados em fazer da nossa vida um projeto inteligente de evolução rumo à perfeição espiritual.”

Hermínio de Miranda.

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