A morte é fenômeno tão certo quanto “ignorado” na vida dos viventes. Mas, toda vida é preciosa, perdê-la causa uma dor e uma lacuna que para algumas pessoas, fica aparentemente invencível!

Muito mais profundamente e significativo quando o morto é um ente querido. Ressignificar a existência a partir desse evento é um processo individual impostergável. Porém, sem dispensa dos apoios coletivos, se conduzir na vida de maneira a vencer o luto vai exigir lançar mão de diversos instrumentais: religiosos, filosóficos, emocionais, etc. para não se estagnar nesses momentos de dores intensas e se permitir apesar disso e por isso, renascer. Aliado dos tratamentos médicos, o processo terapêutico é um lenitivo a mais por oferecer conforto e cuidados através de técnicas que visam o reequilíbrio total do indivíduo atuando nos campos das energias sensoriais e espirituais.
Existe uma frase de autoria desconhecida que diz: “Não esconda suas dores de ninguém mesmo que as pessoas mais próximas não entendam viva o seu luto conforme o seu coração pedir porque só você sabe o que é morrer todos os dias depois de enterrar um filho.”

Se não consegue elaborar seu luto sozinho (a), procure ajuda terapêutica.