por Maris Stella
11193316_828329373922492_6862907862006437725_nSegundo Freud: “Existem momentos na vida da gente, em que as palavras perdem o sentido ou parecem inúteis, e, por mais que a gente pense numa forma de empregá-las elas parecem não servir. Então a gente não diz, apenas sente.” Eu concordo demais com ele!

Em algum momento da humanidade, fizemos uma curva em direção à razão e os sentimentos como que perderam lugar de importância. Por consequência, fomos adoecendo sem perceber nossa desdita enquanto civilização. Passamos a acreditar que a racionalidade explicaria tudo, resolveria tudo e que viver é lutar por sobrevivência, consumo e prazeres efêmeros.

Mas, aí, a vida prepara uma peça. Alguém a quem amamos muito, falece. Repentinamente, desfaz-se todos nossos castelos de sonhos. Nossas certezas caem por terra. O mundo perde suas cores, encantos e passamos a questionar tudo. O real valor da existência exige atenção e internamente, a gente desmorona. Leva um bom tempo para ajeitar os desajustes internos. A esse tempo, chamamos luto.

No luto, a luta entre razão e sentimento se torna ainda mais cruel e evidente. O corpo e a alma sentem e expressam muita dor. Uma onda de desespero nos paralisa nos momentos mais difíceis. O tempo nos alavanca a retomar a rotina, porém, o chão nos falta. Até que um dia a gente percebe que não tem saída, terá que aceitar que ainda à duras penas será preciso reaprender a viver educando os sentimentos para reencontrar a razão.

Que a gente possa continuar se ajudando em busca dos bons sentimentos!

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