por Maris Stella, mãe eterna de Leonam e João Paulo

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O que considero mais triste e assustador diante da morte de alguém é o risco da perda da esperança. Nos primeiros dias é se deixar guiar pelos árduos caminhos da emoção. Isso é saudável!
É preciso se esvaziar de toda pressão e angústia. Se deixar esvair para que o novo encontre aberta a porta do coração e do entendimento. E não importa muito o tempo que esse movimento leve. O importante é que não tente frear a vida na memória estagnada pela morte.
Como nessa mandala, o negro em derredor, não deixa dúvidas quanto ao tamanho e intensidade, porém, converge para um centro iluminado.
Ao se fechar para o movimento, o que sobrará de você, contaminará sua vida e irá espalhar uma decepção amarga em sua relações consigo e com o mundo. Se entregando à escuridão, não trará seu amado de volta e pior, se acorrentará em uma triste existência, sem muito carinho pela vida.

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